sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Estadual de Duathlon RJ Etapa-1 - RESULTADOS
O resultado da primeira etapa do Estadual de Duathlon Rio de Janeiro, que aconteceu ontem dia 05/02, já esta disponível nos links abaixo :
Parabéns para o Ernani, que foi o campeão de mais uma etapa do Estadual de Duathlon.
Na minha FE 40/44 fiquei em 11/15 e na geral 54/84.
Viva de Forma Saudável !!!!
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Domingo com um Duathlon não programado - Prova Treino
A 1a. Etapa do Estadual de Duathlon - RJ, não fazia parte dos meus planos para 2012. Mas com intuito de motivar um amigo que esta longe do esporte, resolvi fazer minha inscrição para participar com ele, porém, este ato não foi suficiente para motivá-lo e acabei fazendo esta prova "sozinho".
O Rio de Janeiro amanheceu com um céu típico de um domingo do verão carioca e por volta das 8h a temperatura já estava na casa dos 30o.C., já apontava para uma prova debaixo de um calor forte.
Esta etapa do Duathlon foi transferida da Enseada de Botafogo para o Autódromo Nelson Piquet devido as questões de logística e segurança atreladas aos blocos de carnaval, os quais já iniciaram suas atividades na cidade Maravilhosa. Mudança esta que para mim foi show... competir do lado de casa é sempre muito bom.
Com isso o percurso (enseada de botafogo) que tradicionalmente tem 4.2km de corrida + 16.8km de ciclismo + 2.1km de corrida, ficou maior no Autódromo, sendo 5.8km de corrida + 23.2km de ciclismo + 2.9km de corrida.
Acabei ficando sem a minha referência do ultimo Duathlon que fiz em 28/02/2010, quando finalizei em 1h04'23" (21'14" corrida (4.2km) + 33'26" bike (16.8km) + 9'43" corrida (2.1km).
Com isso meu foco ficou, além de encarar como prova treino, manter uma consistência nas três pernas e treinar transição. Inclusive fui com a minha Argon18 E-80, sem rodas ZIPP e sem capacete Aero, queria realmente treinar e fazer força.
Ontem (sábado) não mudei em nada minha rotina de treino, fiz meu pedal de 50km conforme estava na planilha, com isso, na hora do pedal, senti um pouco.
A PROVA
A largada atrasou 17min, estava prevista para as 8:30am. Com o céu sem uma nuvem, o calor estava com tudo.
Corrida (5.8km)
Foram duas voltas de 2.9km no percurso da imagem acima.
Comecei em um ritmo de 4:58min/km, empolgação da largada. Finalizei esta perna com pace de 5:12min/km, totalizando o percurso em 31'06".
T1
Vacilei e esqueci de apertar o Garmin na entrada da transição, fiquei sem o registro, mas foi uma transição bem rápida.
Ciclismo (23.2km)
Como comentei antes, o pedal foi um pouco mais arrastado devido o cansaço do treino da véspera.
Fiz quase todo o percurso sem pegar vácuo (esta prova tem vácuo permitido), só me rendi na 2 volta, quando fiquei 1/2 volta no vácuo e acabei saindo para manter a ideia pela qual estava nesta prova, treinar.
O vento no autódromo é sempre cruel, ele vem de todos os lados, mas nunca ao nosso favor (hehehehe). Além disso o asfalto é mais abrasivo do que na rua, para atender as questões de segurança da corridas de carro (StokCar, Turismo, etc)
No final das contas, fiquei satisfeito com o tempo e a média que consegui.
Até porque estava com a minha bike antiga, sem as rodas e o capacete aero. Com isso cheguei a conclusão que estou tendo de fato uma evolução no pedal.
Finalizei o ciclismo em 44'56", com média de 31.7 km/h (a distancia registrada no Garmin foi de 23.74km, maior em 500m)
T2
Desta vez consegui registrar a transição, fiz em 36".
Poderia ter sido mais rápido se não tivesse que no meio do caminho para sair da transição parar para tirar um pedrinha que estava no meu tênis.
Corrida (2.9km)
Nesta última perna, com o calor que estava, somado ao cansaço da véspera, o negócio era focar nas passadas e terminar o quanto antes.
Sai da transição em um rítmo mais lento, para nos últimos 1800m aumentar o ritmo e fechar com um pace de 5:23min/km, em 15'50" os 2.9km.
No final das contas foi um treino total de 1h32'30".
Mas o melhor de tudo, foi poder ir e voltar para a prova de bike e não precisar tirar o carro da garagem.
Abraços e uma ótima semana para todos.
Viva de Forma Saudável !!!!
APOIO: Casarão Alimentos, Sem Glúten Alimentos, Gaiatri Produtos Integrais, ACELBRA-RJ.
Leia Matéria Completa ->
O Rio de Janeiro amanheceu com um céu típico de um domingo do verão carioca e por volta das 8h a temperatura já estava na casa dos 30o.C., já apontava para uma prova debaixo de um calor forte.
Esta etapa do Duathlon foi transferida da Enseada de Botafogo para o Autódromo Nelson Piquet devido as questões de logística e segurança atreladas aos blocos de carnaval, os quais já iniciaram suas atividades na cidade Maravilhosa. Mudança esta que para mim foi show... competir do lado de casa é sempre muito bom.
Com isso o percurso (enseada de botafogo) que tradicionalmente tem 4.2km de corrida + 16.8km de ciclismo + 2.1km de corrida, ficou maior no Autódromo, sendo 5.8km de corrida + 23.2km de ciclismo + 2.9km de corrida.
Acabei ficando sem a minha referência do ultimo Duathlon que fiz em 28/02/2010, quando finalizei em 1h04'23" (21'14" corrida (4.2km) + 33'26" bike (16.8km) + 9'43" corrida (2.1km).
Com isso meu foco ficou, além de encarar como prova treino, manter uma consistência nas três pernas e treinar transição. Inclusive fui com a minha Argon18 E-80, sem rodas ZIPP e sem capacete Aero, queria realmente treinar e fazer força.
Ontem (sábado) não mudei em nada minha rotina de treino, fiz meu pedal de 50km conforme estava na planilha, com isso, na hora do pedal, senti um pouco.
A PROVA
A largada atrasou 17min, estava prevista para as 8:30am. Com o céu sem uma nuvem, o calor estava com tudo.
Corrida (5.8km)
Foram duas voltas de 2.9km no percurso da imagem acima.
Comecei em um ritmo de 4:58min/km, empolgação da largada. Finalizei esta perna com pace de 5:12min/km, totalizando o percurso em 31'06".
T1
Vacilei e esqueci de apertar o Garmin na entrada da transição, fiquei sem o registro, mas foi uma transição bem rápida.
Ciclismo (23.2km)
Como comentei antes, o pedal foi um pouco mais arrastado devido o cansaço do treino da véspera.
Fiz quase todo o percurso sem pegar vácuo (esta prova tem vácuo permitido), só me rendi na 2 volta, quando fiquei 1/2 volta no vácuo e acabei saindo para manter a ideia pela qual estava nesta prova, treinar.
O vento no autódromo é sempre cruel, ele vem de todos os lados, mas nunca ao nosso favor (hehehehe). Além disso o asfalto é mais abrasivo do que na rua, para atender as questões de segurança da corridas de carro (StokCar, Turismo, etc)
No final das contas, fiquei satisfeito com o tempo e a média que consegui.
Até porque estava com a minha bike antiga, sem as rodas e o capacete aero. Com isso cheguei a conclusão que estou tendo de fato uma evolução no pedal.
Finalizei o ciclismo em 44'56", com média de 31.7 km/h (a distancia registrada no Garmin foi de 23.74km, maior em 500m)
T2
Desta vez consegui registrar a transição, fiz em 36".
Poderia ter sido mais rápido se não tivesse que no meio do caminho para sair da transição parar para tirar um pedrinha que estava no meu tênis.
Corrida (2.9km)
Nesta última perna, com o calor que estava, somado ao cansaço da véspera, o negócio era focar nas passadas e terminar o quanto antes.
Sai da transição em um rítmo mais lento, para nos últimos 1800m aumentar o ritmo e fechar com um pace de 5:23min/km, em 15'50" os 2.9km.
No final das contas foi um treino total de 1h32'30".
Mas o melhor de tudo, foi poder ir e voltar para a prova de bike e não precisar tirar o carro da garagem.
Abraços e uma ótima semana para todos.
Viva de Forma Saudável !!!!
APOIO: Casarão Alimentos, Sem Glúten Alimentos, Gaiatri Produtos Integrais, ACELBRA-RJ.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Ironman 70.3 Pucón, Chile - Uma prova bela e desafiadora.
Agora, posso dizer :
Os desafios já começam na viagem. Para chegar em Pucón, vindo do Brasil (Rio) são necessários 3 voos (Rio -> SP -> Santiago -> Temuco) e depois pegar um transfer que leva de 1h até 1h30min. Com isso, já chega em Pucón "morto" e neste caso o melhor a fazer realmente é tirar o dia de off total.
A CIDADE - Pucón
Como janeiro é alta temporada em Pucón, as coisas ficam bem caras na cidade, mas mesmo assim é possível encontrar hospedagens mais em conta do que o hotel do evento, fazer boas refeiçoes por R$ 25,00 (para duas pessoas) enfim, como tem muitas opções é necessário andar um pouco e pesquisar para economizar.
Diferente de Penha e Florianópolis, a cidade fica movimentada independentemente do Ironman, ou seja, com a prova fica bem mais cheia.
Chegamos em Pucón na quarta-feira a noite, 4 dias e meio antes do dia da prova. Foi tempo suficiente para qualquer tipo de imprevisto. Uma dica que aprendi nesta viagem : Não leve CO2 em suas viagens para provas no Chile, pois em voos internos e/ou saindo do pais, não deixam você transportar nem na bagagem despachada. Enfim, tive que jogar fora quatro cilindros na vinda e mais 2 cilindros na volta (prejuízo)
Fora a prova, a cidade é deslumbrante. Com uma beleza natural estonteante.
Nós ficamos hospedados em uma pousada, por indicação do Rychard, chamada Refúgio Península. Fica uns 200 metros da transição da prova. É bem simples, no estilo albergue, porém com banheiro privativo, mas a cozinha e a geladeira são compartilhadas. Apesar de um problema que tivemos com uma invasão de "termitas" (cupim que aparece em dia de muito calor) no nosso quarto na noite de sexta para sábado, que não me deixaram dormir e com isso minha véspera da prova foi um tanto cansativa. Mas até que no final das contas teve um bom custo x benefício.
A PROVA
A organização da prova segue os padrões da marca Ironman, com uma expo, uma entrega de kit organizada, uma grande estrutura para as transições, enfim todos os aparatos comuns a marca.
A Expo desta prova fica na frente de Pirassununga e abaixo (um pouco) de Penha/SC (em Pucón só havia uma oficina, enquanto em Penha tinham duas)
A entrega do kit foi bem organizada e rápida. O kit foi uma surpresa para mim, pois pela primeira vez recebi uma sacola de excelente qualidade e camisa muito confortável feita em um material diferente do usual (algodão com elastano).
O esquema de checkin é o de sempre, entrega a bike na véspera, não podendo deixar nada de valor preso na mesma (ex: cateye, sapatilha, etc). Porém o esquema de segurança é de impressionar, com segurança particular, além dos voluntários e das pessoas da organização, espalhados pela área de transição que ocupava 3 quadras e meia.
Uma das poucas coisas que não gostei, para não dizer a única, foi o esquema adotado para marcação dos atletas. Um esquema sem uma organização, ou seja, era achar um voluntário com a Pilot na mão e pedir para lhe marcar. Achei confuso.
O dia D
Na noite anterior ao dia da prova, tivemos ventos fortes que trouxeram muitas nuvens, deixando o céu de Pucón totalmente fechado. O medo de termos a repetição do ocorrido em 2011 apareceu.
Amanhecemos com o céu totalmente fechado, com uma temperatura abaixo das que vinhamos tendo nos dias anteriores, mas pelo menos sem vento (por enquanto) e com probabilidades de abrir durante a prova.
Mas apesar da baixa temperatura do ar, a água do Lago Villarica não estava tão fria.
NATAÇÃO - 1900 metros
Estava bem tenso para esta prova. Havia dormido mal nas noites anteriores, não conhecia totalmente o percurso, apesar de ter simulado o de ciclismo no computrainer e ter feito uma caminhada nos 4km de subida da corrida, não conseguia relaxar.
O lago engana um pouco, pois se tem a sensação de que deveria ser uma "piscina", mas não é !
É um pouco agitado e de água doce (não é salobra), dificultando um pouco a flutuação.
Além disso, achei um pouco complicado visualizar as boias brancas de contorno, assim como, os pontos de referência na terra. As boias brancas era muito baixas, ficavam na vertical.
Juntando tudo isso e mais uma dor no ombro esquerdo que começou no sábado, após o treino de reconhecimento, finalizei a natação em 38min alto. Acima do que eu esperava e me achava preparado.
Mas apesar de tudo, é um lugar que adorei nadar, o lago Villarrica é espetacular.
T1
Mais uma vez em provas da marca Ironman, levei muito tempo na T1, foram 4min. Mas desta vez estou creditando este tempo acima do que esperava, na distância que se percorre da água até a bike e no tempo que perdi sentado no chão esperando um voluntário retirar minha roupa de borracha.
CICLISMO - 90 km
Sem sombras de dúvidas, foi o pedal mais duro que já fiz nesta minha curta experiência de triatleta.
É tudo aquilo que já foi relatado por outros amigos.
Um piso incrivelmente áspero, falsas retas, subidas que se tornam duras quando somada as condições do asfalto. Além de tudo isso, na segunda volta surge um vento que não se consegue identificar a direção, apenas de que é contra você sempre.
Sobre o asfalto, quero comentar uma experiência que tive nesta prova.
Quando voltamos para a parte urbana, há um trecho de uns 3km com um asfalto novíssimo. Neste momento, pela primeira vez na vida tive a impressão de estar flutuando, de tanta a diferença que é entre o piso da estrada para este.
Mas, para compensar estas dificuldades, temos o público da cidade de Púcon e seus turistas. É de impressionar a quantidade de pessoas nas ruas incentivando todos os atletas sem distinção, é uma energia que me restaurava a cada volta.
Apesar das dificuldades do percurso, consegui fazer o pedal praticamente igual ao que treinei no Computrainer. Quando chegava em trechos do percurso onde a velocidade não passava de 15km/h, lembrava de que logo a frente haveria uma descida ou uma reta onde poderia compensar esta perda. Isto ajudou muito a parte mental e não entrar em "pânico" por estar fazendo uma média baixa.
Finalizei o percurso da bike de forma muito parecida com os meus dois últimos treinos no Computrainer (passados pelo Rodrigo Tosta) sendo que, na prova finalizei com uma média de 31.3 km/h e com um tempo de 2h52min. Tinha a esperança de atingir uma média de 32km/h, mas em face ao percurso real, fiquei muito satisfeito com o resultado final.
T2
Esta transição fiz dentro de um tempo normal, em 3min. Deu tempo para colocar o protetor solar, falar com a esposa e sair sem desespero.
CORRIDA - 21km
Nesta parte da prova, definitivamente, paga-se todos os pecados. O percurso é um coisa de doido.
Logo depois de entregar a bike, percorre-se nem 500m e iniciamos uma das subidas de respeito dos 4km de sobe-e-desce que passa dentro da Península.
Mais uma vez, senti câimbras logo nos primeiros minutos da corrida. Aproveitei que era uma subida e caminhei até sentir passar as contrações.
Posso dizer que é algo de doido fazer estes 4km de fortes subidas/descidas e o pior, repetir isso por três vezes.
O bom disso tudo é que quando se atinge o plano, para fazer os outros 3km que completam os 7km de uma volta, a corrida flui de forma mais leve... fica bem mais fácil e o pace acabou subindo neste trecho.
Para sustentar as subidas dentro da Península, sem quebrar minha corrida, fiz a estratégia de caminhar nas subidas e correr com passadas curtas nas descidas e falsas retas. Enquanto que no trecho de 3km plano, consegui encaixar um ritmo sem precisar caminhar.
Com isso, apesar da dificuldade do percurso, finalizei a corrida em 2h11min, que é o meu melhor tempo na distância dentro de uma prova de triathlon.
CONCLUSÃO
Finalizei a minha primeira experiência esportiva internacional, em 5h50min40seg.
Não foi o meu melhor resultado (5h42min) mas com certeza este tempo total nesta prova representa muito. Saio de Pucón feliz com a minha evolução e consistência. Mais motivado ainda para novos desafios.
AGRADECIMENTOS
E como sempre faço, meus agradecimentos para:
Veja mais fotos de Pucón - Ironman 70.3 Pucón - Chile 2012
Viva de Forma Saudável !!!!
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"Que bela prova, mas muito desafiadora !!"
Os desafios já começam na viagem. Para chegar em Pucón, vindo do Brasil (Rio) são necessários 3 voos (Rio -> SP -> Santiago -> Temuco) e depois pegar um transfer que leva de 1h até 1h30min. Com isso, já chega em Pucón "morto" e neste caso o melhor a fazer realmente é tirar o dia de off total.
A CIDADE - Pucón
Como janeiro é alta temporada em Pucón, as coisas ficam bem caras na cidade, mas mesmo assim é possível encontrar hospedagens mais em conta do que o hotel do evento, fazer boas refeiçoes por R$ 25,00 (para duas pessoas) enfim, como tem muitas opções é necessário andar um pouco e pesquisar para economizar.
Diferente de Penha e Florianópolis, a cidade fica movimentada independentemente do Ironman, ou seja, com a prova fica bem mais cheia.
Chegamos em Pucón na quarta-feira a noite, 4 dias e meio antes do dia da prova. Foi tempo suficiente para qualquer tipo de imprevisto. Uma dica que aprendi nesta viagem : Não leve CO2 em suas viagens para provas no Chile, pois em voos internos e/ou saindo do pais, não deixam você transportar nem na bagagem despachada. Enfim, tive que jogar fora quatro cilindros na vinda e mais 2 cilindros na volta (prejuízo)
Fora a prova, a cidade é deslumbrante. Com uma beleza natural estonteante.
| A vista no caminho dos 21km da prova |
| A vista no caminho dos 21km da prova |
| Pousada que fica menos de 200metros da transição |
A organização da prova segue os padrões da marca Ironman, com uma expo, uma entrega de kit organizada, uma grande estrutura para as transições, enfim todos os aparatos comuns a marca.
A Expo desta prova fica na frente de Pirassununga e abaixo (um pouco) de Penha/SC (em Pucón só havia uma oficina, enquanto em Penha tinham duas)
A entrega do kit foi bem organizada e rápida. O kit foi uma surpresa para mim, pois pela primeira vez recebi uma sacola de excelente qualidade e camisa muito confortável feita em um material diferente do usual (algodão com elastano).
| Kit caprichado, com um bela bolsa para treino |
| Transição com 3 quadras e meia, coberta de ponta a ponta. |
O dia D
Na noite anterior ao dia da prova, tivemos ventos fortes que trouxeram muitas nuvens, deixando o céu de Pucón totalmente fechado. O medo de termos a repetição do ocorrido em 2011 apareceu.
Amanhecemos com o céu totalmente fechado, com uma temperatura abaixo das que vinhamos tendo nos dias anteriores, mas pelo menos sem vento (por enquanto) e com probabilidades de abrir durante a prova.
Mas apesar da baixa temperatura do ar, a água do Lago Villarica não estava tão fria.
NATAÇÃO - 1900 metros
Estava bem tenso para esta prova. Havia dormido mal nas noites anteriores, não conhecia totalmente o percurso, apesar de ter simulado o de ciclismo no computrainer e ter feito uma caminhada nos 4km de subida da corrida, não conseguia relaxar.
O lago engana um pouco, pois se tem a sensação de que deveria ser uma "piscina", mas não é !
É um pouco agitado e de água doce (não é salobra), dificultando um pouco a flutuação.
Além disso, achei um pouco complicado visualizar as boias brancas de contorno, assim como, os pontos de referência na terra. As boias brancas era muito baixas, ficavam na vertical.
Juntando tudo isso e mais uma dor no ombro esquerdo que começou no sábado, após o treino de reconhecimento, finalizei a natação em 38min alto. Acima do que eu esperava e me achava preparado.
Mas apesar de tudo, é um lugar que adorei nadar, o lago Villarrica é espetacular.
T1
Mais uma vez em provas da marca Ironman, levei muito tempo na T1, foram 4min. Mas desta vez estou creditando este tempo acima do que esperava, na distância que se percorre da água até a bike e no tempo que perdi sentado no chão esperando um voluntário retirar minha roupa de borracha.
CICLISMO - 90 km
Sem sombras de dúvidas, foi o pedal mais duro que já fiz nesta minha curta experiência de triatleta.
É tudo aquilo que já foi relatado por outros amigos.
Um piso incrivelmente áspero, falsas retas, subidas que se tornam duras quando somada as condições do asfalto. Além de tudo isso, na segunda volta surge um vento que não se consegue identificar a direção, apenas de que é contra você sempre.
Sobre o asfalto, quero comentar uma experiência que tive nesta prova.
Quando voltamos para a parte urbana, há um trecho de uns 3km com um asfalto novíssimo. Neste momento, pela primeira vez na vida tive a impressão de estar flutuando, de tanta a diferença que é entre o piso da estrada para este.
Mas, para compensar estas dificuldades, temos o público da cidade de Púcon e seus turistas. É de impressionar a quantidade de pessoas nas ruas incentivando todos os atletas sem distinção, é uma energia que me restaurava a cada volta.
| Público presente e ativo em vários pontos da prova |
Finalizei o percurso da bike de forma muito parecida com os meus dois últimos treinos no Computrainer (passados pelo Rodrigo Tosta) sendo que, na prova finalizei com uma média de 31.3 km/h e com um tempo de 2h52min. Tinha a esperança de atingir uma média de 32km/h, mas em face ao percurso real, fiquei muito satisfeito com o resultado final.
T2
Esta transição fiz dentro de um tempo normal, em 3min. Deu tempo para colocar o protetor solar, falar com a esposa e sair sem desespero.
| Na T2, falando com a esposa o quanto F... era o percurso. |
Nesta parte da prova, definitivamente, paga-se todos os pecados. O percurso é um coisa de doido.
Logo depois de entregar a bike, percorre-se nem 500m e iniciamos uma das subidas de respeito dos 4km de sobe-e-desce que passa dentro da Península.
Mais uma vez, senti câimbras logo nos primeiros minutos da corrida. Aproveitei que era uma subida e caminhei até sentir passar as contrações.
Posso dizer que é algo de doido fazer estes 4km de fortes subidas/descidas e o pior, repetir isso por três vezes.
O bom disso tudo é que quando se atinge o plano, para fazer os outros 3km que completam os 7km de uma volta, a corrida flui de forma mais leve... fica bem mais fácil e o pace acabou subindo neste trecho.
| Partindo para 2a. volta |
| Partindo para 3a e última volta. |
Com isso, apesar da dificuldade do percurso, finalizei a corrida em 2h11min, que é o meu melhor tempo na distância dentro de uma prova de triathlon.
CONCLUSÃO
Finalizei a minha primeira experiência esportiva internacional, em 5h50min40seg.
Não foi o meu melhor resultado (5h42min) mas com certeza este tempo total nesta prova representa muito. Saio de Pucón feliz com a minha evolução e consistência. Mais motivado ainda para novos desafios.
Chegada com mistura de cansaço e muita, mas muita emoção
AGRADECIMENTOS
E como sempre faço, meus agradecimentos para:
Deus acima de tudo, minha esposa que sempre me apoia e dar a maior força e energia durante as provas, ao meu treinador Rodrigo Tosta pelo excelente trabalho, aos apoios Sem Glúten que recebo da Casarão, Sem Glúten Alimentos, Gaiatri e Acelbra-RJ, ao Bessa e Rychard pelas dicas de Pucón.E aproveitar o momento para parabenizar o amigo Fábio Russomano que conquistou o 3o. Lugar na Categoria 50-54 anos e com isso ganhou a vaga para disputar o Mundial de Ironman 70.3 2012, que acontecerá em Las Vegas.
Veja mais fotos de Pucón - Ironman 70.3 Pucón - Chile 2012
Viva de Forma Saudável !!!!
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Temporada 2012, início com uma prova duríssima. Ironman 70.3 Pucon
Antes de mais nada....
FELIZ 2012 !!!!
Para este ano, bissexto diga-se de passagem, resolvi começar meu ano esportivo mais cedo.
E nada melhor do que fazê-lo utilizando o calendário de provas da marca Ironman, que tem a abertura da temporada das provas do circuito 70.3 e 140.6 acontecendo na cidade de Pucon, Chile dia 15 janeiro 2012.
A cidade de Pucon é de uma beleza só. Com um toque especial em sua paisagem, através do seu principal ponto turístico, o Vulcão Villarica, que fica situado na cordilheira dos Andes e é um dos mais ativos no Chile, percebe-se inclusive uma fumaça "tímida" saindo de sua cratera.
A prova é considerada como uma das mais duras do circuito Ironman, devido os percursos desafiadores no ciclismo e na corrida.
No ciclismo, pude comprovar o quão aspero é o asfalto da estrada, típico de uma cidade que tem temporadas de neve. Fora isso, ainda tem a questão da altimetria considerável e associado a um vento constante.
Na corrida, em uma parte do percurso possui trechos de subidas parecidas com as que levam do recreio até grumari, o grande problema aqui são as 3 voltas neste mesmo percurso.
Como é inicio de temporada, o negócio é curtir a bela paisagem, a prova, a cidade, a viagem, as férias e deixar a coisa fluir. Como sempre, em véspera de prova, o pensamento de que "poderia ter treinado mais" sempre aparece, mas realmente treinar duro no período de festas de fim de ano não combina.
Agora, um comentário à parte da prova em si... é sobre a "feirinha" da prova. Realmente estou chegando a conclusão que sul-americano não sabe "ganhar" dinheiro. A Expo desta prova é melhor do que a de Pirassununga e pior do que de 70.3 de Penha-SC.
Viva de Forma Saudável !!!!
Leia Matéria Completa ->
FELIZ 2012 !!!!
Para este ano, bissexto diga-se de passagem, resolvi começar meu ano esportivo mais cedo.
E nada melhor do que fazê-lo utilizando o calendário de provas da marca Ironman, que tem a abertura da temporada das provas do circuito 70.3 e 140.6 acontecendo na cidade de Pucon, Chile dia 15 janeiro 2012.
![]() |
| 1900m natação + 90km ciclismo + 21km corrida |
A cidade de Pucon é de uma beleza só. Com um toque especial em sua paisagem, através do seu principal ponto turístico, o Vulcão Villarica, que fica situado na cordilheira dos Andes e é um dos mais ativos no Chile, percebe-se inclusive uma fumaça "tímida" saindo de sua cratera.
A prova é considerada como uma das mais duras do circuito Ironman, devido os percursos desafiadores no ciclismo e na corrida.
No ciclismo, pude comprovar o quão aspero é o asfalto da estrada, típico de uma cidade que tem temporadas de neve. Fora isso, ainda tem a questão da altimetria considerável e associado a um vento constante.
Na corrida, em uma parte do percurso possui trechos de subidas parecidas com as que levam do recreio até grumari, o grande problema aqui são as 3 voltas neste mesmo percurso.
Como é inicio de temporada, o negócio é curtir a bela paisagem, a prova, a cidade, a viagem, as férias e deixar a coisa fluir. Como sempre, em véspera de prova, o pensamento de que "poderia ter treinado mais" sempre aparece, mas realmente treinar duro no período de festas de fim de ano não combina.
Agora, um comentário à parte da prova em si... é sobre a "feirinha" da prova. Realmente estou chegando a conclusão que sul-americano não sabe "ganhar" dinheiro. A Expo desta prova é melhor do que a de Pirassununga e pior do que de 70.3 de Penha-SC.
Viva de Forma Saudável !!!!
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Além das medalhas e recordes pessoais, celebrar sempre !!!
Este foi um ano muito especial.
Principalmente na prática do Triathlon, como já comentei aqui.
Foi um ano de desafios vencidos e consequentes conquistas pessoais.
Porém, nada se conquista sozinho.
Durante estes 12 meses, várias pessoas fizeram parte desta história.
Umas diretamente, como por exemplo a minha esposa, outras de forma indireta, mas, todas de grande importância no caminho.
Foi pensando nestas pessoas, que resolvi realizar aqui em casa o que chamei de Tri_Fraternização 2011. No caso, uma reunião/jantar com os amigos, para celebrarmos juntos estas conquistas.
Na verdade, esta idéia surgiu depois de dois momentos :
Foi uma noite sensacional.
Relembrando momentos, rindo de situações passadas (que na época foi puro stress), alto debates sobre como cada um encara sua preparação...
...enfim uma grande celebração MUITO ALÉM DAS MEDALHAS E RECORDES PESSOAIS.
Obrigado a todos os amigos.
Espero que tenhamos, sempre, mais momentos para celebrar e compartilhar.
Viva de Forma Saudável !!!!
Leia Matéria Completa ->
Principalmente na prática do Triathlon, como já comentei aqui.
Foi um ano de desafios vencidos e consequentes conquistas pessoais.
Porém, nada se conquista sozinho.
Durante estes 12 meses, várias pessoas fizeram parte desta história.
Umas diretamente, como por exemplo a minha esposa, outras de forma indireta, mas, todas de grande importância no caminho.
Foi pensando nestas pessoas, que resolvi realizar aqui em casa o que chamei de Tri_Fraternização 2011. No caso, uma reunião/jantar com os amigos, para celebrarmos juntos estas conquistas.
Na verdade, esta idéia surgiu depois de dois momentos :
- Um foi, logo apos um jantar na casa do amigo Fábio Russomono, o qual foi realizado para comemorar o seu bom resultado no Ironman 70.3 de PENHA
- E outro, depois de ler o livro "Assuntos Inacabados", que conta a história de um executivo que deixava pequenas coisas, porém, importantes em segundo plano, devido as "prioridades" do dia-a-dia do seu trabalho. Ao 55 anos, após ser demitido e resgatar todos os seus "papeis" com os assuntos inacabados, ele toma uma decisão e descobre quantas coisas como, "pequenas atitudes e/ou ações" quando executadas, possuem respostas imensuráveis.
“Todos temos assuntos inacabados, pode ser um amigo com quem perdemos contato ou um mentor a quem nunca agradecemos; um telefonema que deixamos de dar ou uma promessa que não cumprimos... Muitas vezes a vida dá voltas e joga para a parte mais baixa de nossa pilha de coisas a fazer experiências que poderiam nos enriquecer ou até mesmo nos tornar completos.”
trecho do livro "Assuntos Inacabados" - Lee Kravitz
Foi uma noite sensacional.
Relembrando momentos, rindo de situações passadas (que na época foi puro stress), alto debates sobre como cada um encara sua preparação...
...enfim uma grande celebração MUITO ALÉM DAS MEDALHAS E RECORDES PESSOAIS.
Obrigado a todos os amigos.
Espero que tenhamos, sempre, mais momentos para celebrar e compartilhar.
Viva de Forma Saudável !!!!
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Granola sem glúten... nova remessa da Gaiatri
Muito obrigado a Gaiatri Alimentos, pela nova remessa das granolas sem glúten (maça com canela e natural)
Estoque para os lanches da tarde.
Em 2012 a parceria da Gaiatri Alimentos com o Triathlon Sem Glúten continua, ainda bem, porque se Deus quiser muitas provas virão e muita alimentação sem glúten será imprescindível para esta jornada.
Ao pessoal da Gaiatri Alimentos muito obrigado pela força em 2011, desejo a todos vocês um Feliz Natal e um Próspero 2012.
Viva de Forma Saudável !!!!
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Estoque para os lanches da tarde.
Em 2012 a parceria da Gaiatri Alimentos com o Triathlon Sem Glúten continua, ainda bem, porque se Deus quiser muitas provas virão e muita alimentação sem glúten será imprescindível para esta jornada.
Ao pessoal da Gaiatri Alimentos muito obrigado pela força em 2011, desejo a todos vocês um Feliz Natal e um Próspero 2012.
Viva de Forma Saudável !!!!
sábado, 17 de dezembro de 2011
Simulando o pedal de Pucon (1 volta 45km)
Ainda não estou totalmente recuperado da faringite. A semana já havido sido péssima de treinos, mas hoje foi sofrido demais... espero que o percurso que importei no Computrainer esteja errado (acho que esta).
Com 40min, tive que parar para pegar um ar porque a coisa ficou literalmente preta.
Mas depois de 5min consegui voltar, para pelo menos fazer uma voltas das duas de 45km do percurso de bike no 70.3 de Pucon, Chile.
Pelo gráfico gerado, posso garantir que preciso de muito treino de força ainda :
Viva de Forma Saudável !!!!
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Com 40min, tive que parar para pegar um ar porque a coisa ficou literalmente preta.
Mas depois de 5min consegui voltar, para pelo menos fazer uma voltas das duas de 45km do percurso de bike no 70.3 de Pucon, Chile.
PERFORMANCE REPORT Pucon_703 Date/Time: 2011-12-17 9:40:34 |
| Course Data | ||
| Name: PUCON_70.3-1.3dc | Distance: 44.67 KM | Legs: 0 |
| Units: Metric | Laps: 0 | Lap Length: NA |
| Min Grade: -11.4% | Avg Grade: 0.0% | Max Grade: 11.3% |
| Min Wind: 0.0 kph | Avg Wind: 0.0 kph | Max Wind: 0.0 kph |
| Total Climbing Meters: 262.7 |
| Performance Statistics | ||
| Total Kilometers Ridden: 44.67 | Drag Factor Setting: 100 % | Lap Avg: NA |
| Rolling Calibration: 0.00 U | Finish Time: 01:28:58.47 | Calories: 905.9 |
Item | Min | Avg | Max |
|---|---|---|---|
| Watts | 51.0 | 177.6 | 409.0 |
| Watts Per KiloGram | 0.0 | 2.6 | 6.0 |
Heart Rate | 0 | 0.0 | 0 |
| KPH | 8.2 | 30.1 | 48.3 |
| RPM | 26.0 | 75.0 | 99.0 |
| Overall SpinScan | 39.7 | 61.7 | 100.0 |
| Left SpinScan | 39.5 | 61.5 | 100.0 |
| Right SpinScan | 39.5 | 61.8 | 100.0 |
| Power Split Left | 28.9 | 51.1 | 73.8 |
| Power Split Right | 26.2 | 48.9 | 71.1 |
| Left ATA | 90.0 | 102.8 | 101.6 |
| Right ATA | 89.0 | 101.6 | 129.0 |
Pelo gráfico gerado, posso garantir que preciso de muito treino de força ainda :
Viva de Forma Saudável !!!!
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Festas de fim de ano, melhor decorar estes 10 hábitos
Aqui estão os meus 10 Melhores e Piores Hábitos das Festas de Fim de ano & Férias.
É para decorar :
Os Melhores 10 Hábitos para as Festas de Fim de ano & Férias :
1. Manter um estilo de vida saudável
2. Estar com aqueles que você deseja estar
3. Ficar dentro do orçamento para as festas e férias
4. A equilibrar trabalho e lazer
5. Durma o suficiente
6. Ficar em casa e divertir-se
7. Fazer coisas que você mais gosta
8. Comprar só o necessário
9. Comprar e receber somente presentes saudáveis
10. Compartilhar Alimentos saudáveis
Os 10 Piores Hábitos para as Festas de Fim de ano & Férias :
1. Gastar o dinheiro que você não tem
2. Visitar pessoas que você não gosta
3. Ir em festas que você prefere evitar
4. Comer coisas que você não deve
5. Beber muito álcool
6. Compras de última hora
7. Viagens de férias (especialmente em períodos de pico)
8. Começar a dieta de "1o. de Janeiro"
9. Ganhar peso
10. Comprar presentes insalubres (ex: Panetones de chocolate, hehehehe)
Viva de Forma Saudável !!!!
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É para decorar :
Os Melhores 10 Hábitos para as Festas de Fim de ano & Férias :
1. Manter um estilo de vida saudável
2. Estar com aqueles que você deseja estar
3. Ficar dentro do orçamento para as festas e férias
4. A equilibrar trabalho e lazer5. Durma o suficiente
6. Ficar em casa e divertir-se
7. Fazer coisas que você mais gosta
8. Comprar só o necessário
9. Comprar e receber somente presentes saudáveis
10. Compartilhar Alimentos saudáveis
Os 10 Piores Hábitos para as Festas de Fim de ano & Férias :
1. Gastar o dinheiro que você não tem
2. Visitar pessoas que você não gosta
3. Ir em festas que você prefere evitar
4. Comer coisas que você não deve
5. Beber muito álcool
6. Compras de última hora
7. Viagens de férias (especialmente em períodos de pico)
8. Começar a dieta de "1o. de Janeiro"
9. Ganhar peso
10. Comprar presentes insalubres (ex: Panetones de chocolate, hehehehe)
Leia mais em : "House Calls: The Road to Holiday Health : LAVA Magazine"
Viva de Forma Saudável !!!!
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Alongamento: Para antes e depois da Natação
Postado por
Triathlon Sem Gluten at Sexta-feira, Dezembro 09, 2011
Cada vez mais identifico a importância do alongamento para a manutenção dos meus treinos e recuperação.
É impressionante como, um simples "vacilo", de ficar alguns dias sem fazer os alongamentos o corpo reclama de forma séria.
Por isso, trago mais uma série de alongamentos. Desta vez para antes e depois dos treinos da natação.
Esta série foi tirada do livro "ALONGUE-SE" de Bob Anderson.
E vale sempre lembrar que :
A próxima série será para pós o treino de ciclismo.
Viva de Forma Saudável !!!!
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É impressionante como, um simples "vacilo", de ficar alguns dias sem fazer os alongamentos o corpo reclama de forma séria.
Por isso, trago mais uma série de alongamentos. Desta vez para antes e depois dos treinos da natação.
Esta série foi tirada do livro "ALONGUE-SE" de Bob Anderson.
E vale sempre lembrar que :
Você não deve entrar numa competição particular para ver até onde consegue alongar-se... O objetivo é diminuir a tensão muscular para obter movimentos mais soltos e não concentrar o esforço para conseguir a extrema flexibilidade que muitas vezes conduz a distensões e lesões.Segue abaixo a série para antes e depois do treino de Natação - Duração de 5min :
Podemos aprender muito observando os animais. Veja um gato: instintivamente, ele sabe alongar-se. Ele o faz de modo espontâneo, contínua e naturalmente, nunca alongando-se além do adequado preparando os músculos que precisará usar.
Fonte: ALONGUE-SE - Bob Anderson
A próxima série será para pós o treino de ciclismo.
Viva de Forma Saudável !!!!
domingo, 4 de dezembro de 2011
Os 12 meses da minha virada esportiva - PARTE II
Postado por
Triathlon Sem Gluten at Domingo, Dezembro 04, 2011
No post anterior (clique aqui para ler), terminei contando sobre o ponta pé inicial desta virada, que me tirou de uma posição "amedrontada" para confiante que posso continuar a realizar o triathlon.
Em dezembro/2010 inicio os treinos para Ironman 2011, ainda bastante desconfiado se esta mudança de fato ajudaria em algo. Fui neste esquema de teste até o final das festas de final ano.
Começando 2011, iniciei de forma séria a planilha comprada do Ironguides. Fui executando bem as orientações, porém com o passar das semanas, notava que não conseguia adaptar os treinos da planilha com as mudanças na rotina causadas pelo meu trabalho (com viagens nacionais e internacionais)e as instabilidades nos treinos derivadas da fadiga/anemia (originada pelo uso constante da Dapsona). Para então, em março/2011 decidi que se realmente desejo chegar no Ironman 2011 preparado o suficiente para finalizar, precisaria de uma ajuda profissional, foi quando contratei o pacote básico, podendo então receber ajuda personalizada nos treinos, a qual é realizada pelo Rodrigo Tosta.
Esta então foi de fato, a decisão mais acertada, pois sem isso não tenho certeza se conseguiria realizar o que realizei em 2011.
De março/2011 até a largada do Ironman (maio/2011) foram variações constantes na minha rotina de treino, as quais o Rodrigo Tosta tratou com total maestria. Foram viagens internacionais não programadas, um problema no tendão de aquiles, crises de anemia, e o Rodrigo sempre administrando isso com a técnica de um mestre oriental, como frases como estas :
Essas palavras que aqui aparecem soltas, mas na verdade são partes dos email's dos feedbacks, que me ajudaram muito este ano, vencendo cada obstáculo "como tantos outros que precisa superar para se manter ativo e competindo"
Por isso, sou muito grato ao Rodrigo Tosta pelo excelente trabalho, que com seu conhecimento multidisciplinar propiciou o meu melhor ano esportivo.
Além da questão da mudança da metodologia de treinamento, teve também um novo aprendizado na forma de lidar com a minha alergia ao Glúten.
Durante a minha preparação para o Ironman, por conta própria resolvi que precisa ficar mais atento nas questões da contaminação dos alimentos com glúten. Foi quando iniciei uma "cruzada" aos suplementos esportivos (veja os post sobre os suplementos sem glúten clicando aqui e aos locais onde faço minhas refeições, inclusive em casa. Nesta cruzada tive a ajuda dos amigos da ACELBRA-RJ, através da sua vice presidente, Raquel Benati, que em uma visita ao meu blog ofereceu apoio, com orientações, dicas, contatos para parceiras com empresas de produtos sem glúten, permitindo assim, que o Triathlon Sem Glúten começasse a receber apoio das empresas CASARÃO, SEM GLÚTEN ALIMENTOS, GAIATRI. Estas parcerias ajudaram e muito na manutenção da minha dieta totalmente livre de glúten, além claro, da redução dos gastos financeiros com estes produtos.
Os 12 meses da virada esportiva :
NOVEMBRO/2010 - LONG DISTANCE PIRASSUNUNGA (distancia meio ironman)
Para recordar esta prova, que foi o grande marco para iniciar esta virada esportiva, apenas estas duas fotos abaixo para melhor demonstrar o que era:
MAIO/2011 - IRONMAN BRASIL
Para uma pessoa que, 6 meses antes do Ironman 2011, havia saído "destruido" de uma prova que tinha apenas a metade da distancia desta, era impossível imaginar que poderia finaliza-la e ainda por cima de uma forma melhor que a previsão mais otimista. E o melhor, me sentindo muito bem após a prova.
JUNHO/2011 - MEIA MARATONA ASICS
Com apenas 1 mes após o IM Brasil 2011, encarei uma Meia Maratona, a Golden Four Asics. Entrei nesta prova com o receio de sentir o cansaço do IMB, mas foi uma grande diversão, me senti muito bem, ou seja, era a comprovação de que estava realmente iniciando uma nova fase na minha vida esportiva.
AGOSTO/2011 - IRONMAN 70.3 - PENHA/SC
Apesar de todos os problemas com a Tendinose, o equilíbrio/compensação nos treinos me levaram para Penha/SC e conseguir baixar meu tempo na distância em 7min, mas ainda longe do meu objetivo para 2011.
SETEMBRO/2011 - IRONMOON - Short Triathlon - Rio de Janeiro
Uma semana após o Ironman 70.3 de Penha (27/ago) realizo o Ironmoon (03/set), esta foi a primeira vez que consigo fazer isto, provas de triathlon em sequencia.
OUTUBRO/2011 - ESTADUAL DE TRIATHLON OLÍMPICO-RJ - 3a. ETAPA
Minha segunda prova nesta distância, a primeira foi em março/2010, finalizei com uma melhora no tempo de 12min mais rápido.
NOVEMBRO/2011 - LONG DISTANCE DE PIRASSUNUGA (distancia meio ironman)
Passados exatos 12 meses, é chegada a hora da "prova real" da minha virada esportiva.
Volto a fazer Pirassununga e conquisto o objetivo do ano, realizar um meio ironman para abaixo de 5h45min. E esta conquista não poderia ser em um lugar melhor, exatamente onde eu quase abandonei tudo.
Enfim...
Finalizo o melhor ano esportivo da minha vida. Nunca, até então, havia conseguido realizar tantos feitos desafiadores em um mesmo ano, e o melhor, de forma consistente e evolutiva.
Agradeço muito a todos que me apoiaram e torceram por isso, em especial:
Viva de Forma Saudável !!!!
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Em dezembro/2010 inicio os treinos para Ironman 2011, ainda bastante desconfiado se esta mudança de fato ajudaria em algo. Fui neste esquema de teste até o final das festas de final ano.
Começando 2011, iniciei de forma séria a planilha comprada do Ironguides. Fui executando bem as orientações, porém com o passar das semanas, notava que não conseguia adaptar os treinos da planilha com as mudanças na rotina causadas pelo meu trabalho (com viagens nacionais e internacionais)e as instabilidades nos treinos derivadas da fadiga/anemia (originada pelo uso constante da Dapsona). Para então, em março/2011 decidi que se realmente desejo chegar no Ironman 2011 preparado o suficiente para finalizar, precisaria de uma ajuda profissional, foi quando contratei o pacote básico, podendo então receber ajuda personalizada nos treinos, a qual é realizada pelo Rodrigo Tosta.
Esta então foi de fato, a decisão mais acertada, pois sem isso não tenho certeza se conseguiria realizar o que realizei em 2011.
De março/2011 até a largada do Ironman (maio/2011) foram variações constantes na minha rotina de treino, as quais o Rodrigo Tosta tratou com total maestria. Foram viagens internacionais não programadas, um problema no tendão de aquiles, crises de anemia, e o Rodrigo sempre administrando isso com a técnica de um mestre oriental, como frases como estas :
- Quando tive que viajar e não ter total condição de treino no local - "Não fique preocupado, o importante é manter a consistência!"
- Quando minha tendinite surgiu com 3 semanas antes do IM 2011 - "A lição que aprendi é ter calma, saber que não dá pra fazer a melhor prova devido às condições, mas acreditar que será melhor do que imaginamos!"
- Quando na preparação para 70.3-Penha, tive uma crise forte de anemia - "Cabe a vc encarar bem isso e saber que vc estará pronto para fazer o seu melhor dentro da realidade que está vivendo nesse momento e que seu 70.3 dos sonhos tenha que esperar um pouco mais..."
Essas palavras que aqui aparecem soltas, mas na verdade são partes dos email's dos feedbacks, que me ajudaram muito este ano, vencendo cada obstáculo "como tantos outros que precisa superar para se manter ativo e competindo"
Por isso, sou muito grato ao Rodrigo Tosta pelo excelente trabalho, que com seu conhecimento multidisciplinar propiciou o meu melhor ano esportivo.
Além da questão da mudança da metodologia de treinamento, teve também um novo aprendizado na forma de lidar com a minha alergia ao Glúten.
Durante a minha preparação para o Ironman, por conta própria resolvi que precisa ficar mais atento nas questões da contaminação dos alimentos com glúten. Foi quando iniciei uma "cruzada" aos suplementos esportivos (veja os post sobre os suplementos sem glúten clicando aqui e aos locais onde faço minhas refeições, inclusive em casa. Nesta cruzada tive a ajuda dos amigos da ACELBRA-RJ, através da sua vice presidente, Raquel Benati, que em uma visita ao meu blog ofereceu apoio, com orientações, dicas, contatos para parceiras com empresas de produtos sem glúten, permitindo assim, que o Triathlon Sem Glúten começasse a receber apoio das empresas CASARÃO, SEM GLÚTEN ALIMENTOS, GAIATRI. Estas parcerias ajudaram e muito na manutenção da minha dieta totalmente livre de glúten, além claro, da redução dos gastos financeiros com estes produtos.
Os 12 meses da virada esportiva :
NOVEMBRO/2010 - LONG DISTANCE PIRASSUNUNGA (distancia meio ironman)
Esta prova foi antes da adoção do Método Ironguides
Para recordar esta prova, que foi o grande marco para iniciar esta virada esportiva, apenas estas duas fotos abaixo para melhor demonstrar o que era:
![]() |
| Sofrendo muito na minha pior meia maratona (2h40min) |
![]() |
| Finalizando o calvário para 6h31min |
Para uma pessoa que, 6 meses antes do Ironman 2011, havia saído "destruido" de uma prova que tinha apenas a metade da distancia desta, era impossível imaginar que poderia finaliza-la e ainda por cima de uma forma melhor que a previsão mais otimista. E o melhor, me sentindo muito bem após a prova.
| Finalizando o IM 2011 praticamente inteiro |
| Após o IM me sentindo bem. |
Com apenas 1 mes após o IM Brasil 2011, encarei uma Meia Maratona, a Golden Four Asics. Entrei nesta prova com o receio de sentir o cansaço do IMB, mas foi uma grande diversão, me senti muito bem, ou seja, era a comprovação de que estava realmente iniciando uma nova fase na minha vida esportiva.
AGOSTO/2011 - IRONMAN 70.3 - PENHA/SC
Apesar de todos os problemas com a Tendinose, o equilíbrio/compensação nos treinos me levaram para Penha/SC e conseguir baixar meu tempo na distância em 7min, mas ainda longe do meu objetivo para 2011.
![]() |
| Finalizando para 5h59min |
SETEMBRO/2011 - IRONMOON - Short Triathlon - Rio de Janeiro
Uma semana após o Ironman 70.3 de Penha (27/ago) realizo o Ironmoon (03/set), esta foi a primeira vez que consigo fazer isto, provas de triathlon em sequencia.
| 600m swim + 16.8km bike + 4.4km run em 1h01min Ficando 19o. na faixa etária. |
Minha segunda prova nesta distância, a primeira foi em março/2010, finalizei com uma melhora no tempo de 12min mais rápido.
NOVEMBRO/2011 - LONG DISTANCE DE PIRASSUNUGA (distancia meio ironman)
Passados exatos 12 meses, é chegada a hora da "prova real" da minha virada esportiva.
Volto a fazer Pirassununga e conquisto o objetivo do ano, realizar um meio ironman para abaixo de 5h45min. E esta conquista não poderia ser em um lugar melhor, exatamente onde eu quase abandonei tudo.
![]() |
| Long Distance de Pirassununga com PB, 5h42min com uma melhora de 51min do tempo de Pira 2010 |
Finalizo o melhor ano esportivo da minha vida. Nunca, até então, havia conseguido realizar tantos feitos desafiadores em um mesmo ano, e o melhor, de forma consistente e evolutiva.
Agradeço muito a todos que me apoiaram e torceram por isso, em especial:
Aline (minha esposa), Rodrigo Tosta (coach Ironguides Brasil), André Cruz (Xampa_Brow), Ulisses (Guru), Vagner Bessa (mestre Yoda), Raquel Benati (Acelbra-RJ), Casarão, Sem Glúten Alimentos e a Gaiatri.E que venha 2012...
Viva de Forma Saudável !!!!
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
Os 12 meses da minha virada esportiva - PARTE I
Postado por
Triathlon Sem Gluten at Sexta-feira, Dezembro 02, 2011
Meu ano de 2011 começou no final de novembro de 2010.
Isso mesmo, começou quando terminei a prova de Long Distance de Pirassununga 2010 (3800m natação / 90km ciclismo / 21km corrida) que foi a minha prova mais, digo, a mais sofrida de todas e onde aconteceu de tudo, desde problemas na viagem de ida com um grande susto na estrada, com problemas no percurso da bike, até chegar na corrida com a meia maratona mais sofrida da minha vida, finalizando este calvário em 6h31min.
Sai de Pirassununga 2010 desmotivado e com a auto-confiança detonada, durante a viagem de volta para o Rio fiquei pensando se aquele sofrimento estava valendo a pena, se era isso que estava buscando no esporte.
Fiz um post sobre a prova, onde coloquei texto com o sentimento e aprendizado que, agora passados 12 meses, vejo que era o início de uma mudança:
Mas o mais interessante é que nesta hora que surgem os famosos "anjos da amizade", pessoas que você as vezes nem conhece muito bem, mas que chegam até você sem mais nem menos para dar uma força, se colocam a disposição para ajudar. Neste caso, estou falando do André Cruz, o Xampa, que altruistamente fez algo simples, como ter a idéia de fazer uma série de entrevistas com atletas amadores que realizaram o Ironman. Quando menos espero, recebo o seguinte email dele :
- http://www.96pes.net/2010/12/as-respostas-do-fernando-sobre-o.html
- http://www.96pes.net/2010/12/as-respostas-do-carlos-eduardo-sobre-o.html
- http://www.96pes.net/2010/12/as-respostas-do-rafael-pina-sobre-o.html
- http://www.96pes.net/2010/12/as-respostas-do-vagner-bessa-sobre-o.html
Bem... agora todos estão sabendo que o amigo em questão que "Sofreu pra cacete", sou eu !!!!
Além deste iluminado, teve um brother da antiga, o Ulisses. Foram dicas sensacionais, textos imensos, trocas de email, entre outras, até chegar o ponto do convencimento da importância de realizar um treino estruturado e com método bem elaborado. Neste caso, estou falando do Ironguides. O Ulisses depois de ter conhecido o método, ironicamente por meu intermédio, quando em 18 de maio de 2009 enviei, despretensiosamente, para ele um pdf que havia achado na internet sobre o método de treino. Ele vinha desde então insistindo para que também adotasse este método. Quando por fim o convencimento chegou através do seguinte comentário no post http://www.triathlonsemgluten.com/2010/12/o-ano-de-2010-reflexao.html, deixado no dia 29/dez/2010 :
Continua no próximo post, clique aqui...
*** Para não deixar uma leitura muito cansativa, resolvi dividir este post em duas partes ***
Viva de Forma Saudável !!!!
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Isso mesmo, começou quando terminei a prova de Long Distance de Pirassununga 2010 (3800m natação / 90km ciclismo / 21km corrida) que foi a minha prova mais, digo, a mais sofrida de todas e onde aconteceu de tudo, desde problemas na viagem de ida com um grande susto na estrada, com problemas no percurso da bike, até chegar na corrida com a meia maratona mais sofrida da minha vida, finalizando este calvário em 6h31min.
Sai de Pirassununga 2010 desmotivado e com a auto-confiança detonada, durante a viagem de volta para o Rio fiquei pensando se aquele sofrimento estava valendo a pena, se era isso que estava buscando no esporte.
Fiz um post sobre a prova, onde coloquei texto com o sentimento e aprendizado que, agora passados 12 meses, vejo que era o início de uma mudança:
Realmente não podemos e não devemos subestimar provas ou qualquer atividade física deste porte de endurance. Afinal de contas, não é um futebol de fim de semana.... TEM QUE ESTAR PREPARADO... TEM QUE TREINAR !!!!
Mas o mais interessante é que nesta hora que surgem os famosos "anjos da amizade", pessoas que você as vezes nem conhece muito bem, mas que chegam até você sem mais nem menos para dar uma força, se colocam a disposição para ajudar. Neste caso, estou falando do André Cruz, o Xampa, que altruistamente fez algo simples, como ter a idéia de fazer uma série de entrevistas com atletas amadores que realizaram o Ironman. Quando menos espero, recebo o seguinte email dele :
cumpadi, blz?Imediatamente após, ele dispara o seguinte email para os entrevistados:
pensei numa parada, entrevistar uns 3 triatletas que conheço e que já fizeram o iron e pedir para eles falarem sobre o primeiro.
como foi o volume, como foi o treinamento, como foi a prova e o que dá ou nao para fazer.
faço 3 posts no blog, o que acha?
Pessoal,Desta chamada, saíram 4 post's sensacionais, como :
tenho um amigo que está inscrito para o IM 2011. Ele fez Pirassununga esse ano e voltou com a idéia de não fazer o IM.
Sofreu pra cacete e concordo com ele de segurar um pouco a onda. Mas, sabe como é, a pilha continua forte e estou afim de ajuda-lo na decisão passando de alguma forma dicas de pessoas mais experientes sobre o seu primeiro iron. Vcs topam responder algumas perguntas?
- http://www.96pes.net/2010/12/as-respostas-do-fernando-sobre-o.html
- http://www.96pes.net/2010/12/as-respostas-do-carlos-eduardo-sobre-o.html
- http://www.96pes.net/2010/12/as-respostas-do-rafael-pina-sobre-o.html
- http://www.96pes.net/2010/12/as-respostas-do-vagner-bessa-sobre-o.html
Bem... agora todos estão sabendo que o amigo em questão que "Sofreu pra cacete", sou eu !!!!
Além deste iluminado, teve um brother da antiga, o Ulisses. Foram dicas sensacionais, textos imensos, trocas de email, entre outras, até chegar o ponto do convencimento da importância de realizar um treino estruturado e com método bem elaborado. Neste caso, estou falando do Ironguides. O Ulisses depois de ter conhecido o método, ironicamente por meu intermédio, quando em 18 de maio de 2009 enviei, despretensiosamente, para ele um pdf que havia achado na internet sobre o método de treino. Ele vinha desde então insistindo para que também adotasse este método. Quando por fim o convencimento chegou através do seguinte comentário no post http://www.triathlonsemgluten.com/2010/12/o-ano-de-2010-reflexao.html, deixado no dia 29/dez/2010 :
É isso Wlad. Conversamos muito sobre isso e está ohando pelo prisma correto.Em dezembro de 2010, fui finalmente abduzido pelo Método, comprando as planilhas de treino para o Ironman. A partir deste momento começa a minha virada esportiva...
O esporte é para trazer bem estar e prazer antes de mais nada. Se não está, há sempre algo errado, quer seja no seu treino, quer seja na alimentação que está sendo insatisfatória, quer seja na falta de melhora, como mencionou.
Vejo o tempo todo pessoas fazendo duas distinções no esporte, principalmente um competitivo como o triathlon: "faço por performance" e "faço por qualidade de vida".
Eu sou da concepção que isso não existe em absoluto. Se quer qualidade de vida, algum tempo gasto em uma academia, ou mesmo umas pedaladas ou corridas despretenciosas são mais que suficientes.
O triathlon por si só é um esporte desgastante, fisiologicamente e hormonalmente destruidor e como tal, para associá-lo à qualidade de vida, você precisa SIM se ater a questões que aparentemente são "para performance" como equilíbrio hormonal, técnica e biomecânica, fortalecimento de CORE e propriocepção, postura, alimentação mais regrada, etc. São essas coisas que farão vc ter a tal "qualidade de vida" que falamos, os objetivos cumpridos que tanto buscamos, as lesões que não teremos, os humores que não serão afetados, enfim e, de quebra, aumento na performance simplesmente como uma consequência natural. O esporte exige isso.
Na minha concepção, a busca por melhora sempre está associada a performance e TAMBÉM à qualidade de vida. E isso é formado com um quebra-cabeças de informações que só pessoas apaixonadas e interessadas conseguem ir atrás. E acho que é esse o caminho que está traçando agora. Com inteligência. Construindo uma casa pelos seus alicerces, não pelo telhado.
Abraço
Ulisses
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*** Para não deixar uma leitura muito cansativa, resolvi dividir este post em duas partes ***
Viva de Forma Saudável !!!!
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
A saga Pirassununga - Eu levei a melhor desta vez
Postado por
Triathlon Sem Gluten at Segunda-feira, Novembro 21, 2011
Se tivesse que resumir o que foi Pira 2011 para mim, seria: "Eu levei a melhor desta vez"
Esta prova, como tudo mundo já esta careca de saber, é uma das mais duras do pais na distancia 70.3. Devido ao calor forte, umidade alta e este ano apareceu um novo obstáculo para esta lista, o vento.
Este ano, quem deu as caras na hora do ciclismo, foi um vento muito, mas muito forte. Muitos atletas, assim como, eu brigavam não somente para sustentar a média, mas também para se manter equilibrado na bike. Passei por um atleta, que estava com uma roda fechada sofrendo muito, o cara andava em zig-zag, dava pena de ver.
Falando sobre a minha prova...
A Viagem
Desta vez, mais amadurecido no esporte, mais focado, mais preparado, fui para Pirassununga com a cabeça mais "leve" e consciente. Sabendo que aquilo ali não é uma brincadeira, ou uma prova para um novo estilo de vida esportivo, ou seja, em mente que A PROVA É DURA E MACHUCA MUITO.
Depois de uma viagem de quase 8horas de carro, do Rio até Pira, cheguei no hotel quase as 16h de sábado, Tive ainda que montar a bike, sai para dar uma volta de teste e fazer uma corridinha de 10min, só para avisar ao meu corpo que no dia seguinte tinha uma pedreira a sua espera.
O dia da prova
Acordei as 5horas da manhã, tomei meu café dentro do quarto, pois como todos sabem, devido a minha restrição ao Glúten, levo meus alimentos. Refeição feita, só pensava se o taxista chegaria ou não no horário marcado, não aguentei e liguei para o cara 5min antes do horário marcado... ele estava estacionando no hotel.
Estava tão focado em fazer as coisas da forma correta, que fui o segundo a entrar na área de transição.
Montei minhas coisas na maior calma e nos mínimos detalhes. Olhava para o lago e mentalizava como deveria ser minha natação e a saída para T1.
Fiquei na área da transição esperando os atletas que estavam ao meu lado nos cavaletes, montarem suas bikes ali... preocupação se eles não mudariam minha arrumação.
Faltando 15min para largada, fui para a represa fazer meu aquecimento. Água morna e limpinha.
NATAÇÃO
Como sempre faço, larguei lá no final da muvuca.
Porém em Pira, como é muito apertado para tantos atletas, fui bastante para a direita para evitar as "braçadas e pernadas aladas".
Nadar naquela represa é muito bom, pois além da não existência de ondas, a água sempre esta em temperatura muito agradável e você sai da água sem estar com a garganta queimando do sal. O único inconveniente é lama na cabeceira quando você entra no lago.
Fiz uma natação encaixada, consegui manter uma cadencia boa durante todo o percurso.
No final da primeira volta, sai da água me sentindo bem e com isso sai em um bom pique para fazer o retorno e começar a 2 volta que completa os 1.900m
Na segunda volta, resolvi aumentar um pouco mais o ritmo, aproveitando que muitos que estavam próximos na primeira volta, começavam a ficar para trás e com isso, comecei a ter mais espaço para uma melhor cadencia.
Resultado, sai da água quase 3min mais rápido do que no ano passado.
Finalizei com 37'56".
T1
É nessas horas que o trabalho de um bom preparo fica nítido. Mesmo fazendo uma natação melhor do que no ano passado, sai da água para área de transição em um pique muito bom, inclusive pela primeira vez não fui ultrapassado na corrida até a T1.
BIKE
Nesta parte aqui a diferença foi extremamente grande.
Em 2010 fiz o pedal para 3h04min, já este ano fechei para 2h46min.
Analisando o que foi que fiz de um ano para o outro para esta melhora, temos: A bike nova e Muito treino de força, biggear e outros.
Mas mesmo citando a bike aqui, os créditos para ela são poucos (ou quase nada), pois com certeza o que fez toda a diferença foram os treinos passados pelo Rodrigo Tosta by Ironguides.
Com certeza, com o vento animal que rolou em Pira este ano, se não tivesse realizado os treinos de força e biggear não suportaria manter a média de 32km/h que fiz. E por causa deste mesmo vento que os créditos paa bike nova ficam próximo de zero, pois vi e passei por muita gente com bikes e rodas iradas não conseguindo encarar o 'tufão' que se instalou em Pira.
T2
Entreguei a bike me sentindo muito bem.
Coloquei o tenis, a viseira e desta vez usei um protetor solar na cabeça da Dermage em spray (protegeu bem, desta vez não sai com o couro cabeludo frito)
Sai da T2 para corrida numa boa, peguei dois copos de água gelado e resfriei a carcaça.
CORRIDA
Aqui o bicho pegou !!!
Com apenas 50 metros de corrida, os músculos anterior das duas coxa começaram a ter vontade própria, iniciando um ciclo de movimentos involuntários surreal. Quando parei de correr a casa caiu, eles contrariam de uma forma absurda que ficar em pé era uma questão de força de vontade. Massageei o local, caminhei, tentei trotar, e como as dores era quase que insuportáveis fiz 2,8kms em quase 20min. Neste momento, comecei a pensar : "de novo não"
Em 2010, passei pelo mesmo problema no início da corrida e no mesmo trecho, porém neste ano as cãibras não passaram como no ano passado.
Desta vez, corri os 21km's administrando as cãibras e suas dores. Para isso, mudei a estratégia que tinha para esta prova, de correr os 21km's sem fazer o Run/Walk. Mas, com 3km resetei o Garmin e carreguei a programação que tenho dos meus treinos, 9min correndo por 1min caminhando. Foi que me salvou.
Em cada posto de água que passava, pegava pedras de gelo e colocava por dentro do macaquinho nas duas caxas. Fiz isso por pelo menos 8km's.
Quando no início da segunda volta, passei na frente do pórtico de chegada e o relógio marcava 4h42min, não acreditei, pois mesmo com toda a dor, havia conseguido fazer 12km em 1h12min e faltavam apenas 9km para final da prova com possibilidade de realizar o meu recorde pessoal definido para este ano, de fazer um 70.3 abaixo de 5h45min.
Nesta hora surge uma motivação sem igual e fui administrando a dor, o tempo, a caminhada, o pace, enfim tudo.
Quando despontei na reta de chegada e consegui visualizar o relógio no pórtico, não acreditei... estava correndo para finalizar minha aprova em um tempo melhor do que defini como meta.
Apareceu uma força maior ainda, que fez aumentar meu ritmo e passar no pórtico de chegada com o relógio marcando:
Fiquei muito feliz com este resultado, era algo que almejava, mas sabia que teria que "ralar" muito para conseguir e ainda mais em Pirassununga.
Como sempre faço, quero aqui deixar meus agradecimentos:
- Para minha esposa, que sempre dá maior força, mesmo desta vez não podendo me acompanhar na viagem, vibrou muito ao saber da minha conquista.
- A Rodrigo Tosta, pelo excelente trabalho que vem realizando na minha preparação. Vencendo todos os obstáculos que apresento para ele, causados pela rotina de um atleta amador.
- Aos novos amigos que o triathlon propiciou, Fábio Russomano e o João, pela companhia e o convite em viajar para Pira com eles.
- Ao pessoal da Sem Glúten Alimentos, que ao saber que estava sem os produtos necessários para minha alimentação, como o pão sem glúten, imediatamente enviou meu "kit sobrevivência"
Os resultados do Long Distance de Pirassununga 2011 (sem parciais) já estão disponíveis no http://www.chiptiming.com.br/resultados/long2011
Viva de Forma Saudável !!!!
Leia Matéria Completa ->
Esta prova, como tudo mundo já esta careca de saber, é uma das mais duras do pais na distancia 70.3. Devido ao calor forte, umidade alta e este ano apareceu um novo obstáculo para esta lista, o vento.
Este ano, quem deu as caras na hora do ciclismo, foi um vento muito, mas muito forte. Muitos atletas, assim como, eu brigavam não somente para sustentar a média, mas também para se manter equilibrado na bike. Passei por um atleta, que estava com uma roda fechada sofrendo muito, o cara andava em zig-zag, dava pena de ver.
Falando sobre a minha prova...
A Viagem
Desta vez, mais amadurecido no esporte, mais focado, mais preparado, fui para Pirassununga com a cabeça mais "leve" e consciente. Sabendo que aquilo ali não é uma brincadeira, ou uma prova para um novo estilo de vida esportivo, ou seja, em mente que A PROVA É DURA E MACHUCA MUITO.
Depois de uma viagem de quase 8horas de carro, do Rio até Pira, cheguei no hotel quase as 16h de sábado, Tive ainda que montar a bike, sai para dar uma volta de teste e fazer uma corridinha de 10min, só para avisar ao meu corpo que no dia seguinte tinha uma pedreira a sua espera.
O dia da prova
Acordei as 5horas da manhã, tomei meu café dentro do quarto, pois como todos sabem, devido a minha restrição ao Glúten, levo meus alimentos. Refeição feita, só pensava se o taxista chegaria ou não no horário marcado, não aguentei e liguei para o cara 5min antes do horário marcado... ele estava estacionando no hotel.
Estava tão focado em fazer as coisas da forma correta, que fui o segundo a entrar na área de transição.
Montei minhas coisas na maior calma e nos mínimos detalhes. Olhava para o lago e mentalizava como deveria ser minha natação e a saída para T1.
Fiquei na área da transição esperando os atletas que estavam ao meu lado nos cavaletes, montarem suas bikes ali... preocupação se eles não mudariam minha arrumação.
Faltando 15min para largada, fui para a represa fazer meu aquecimento. Água morna e limpinha.
NATAÇÃO
Como sempre faço, larguei lá no final da muvuca.
Porém em Pira, como é muito apertado para tantos atletas, fui bastante para a direita para evitar as "braçadas e pernadas aladas".
Nadar naquela represa é muito bom, pois além da não existência de ondas, a água sempre esta em temperatura muito agradável e você sai da água sem estar com a garganta queimando do sal. O único inconveniente é lama na cabeceira quando você entra no lago.
Fiz uma natação encaixada, consegui manter uma cadencia boa durante todo o percurso.
No final da primeira volta, sai da água me sentindo bem e com isso sai em um bom pique para fazer o retorno e começar a 2 volta que completa os 1.900m
Na segunda volta, resolvi aumentar um pouco mais o ritmo, aproveitando que muitos que estavam próximos na primeira volta, começavam a ficar para trás e com isso, comecei a ter mais espaço para uma melhor cadencia.
Resultado, sai da água quase 3min mais rápido do que no ano passado.
Finalizei com 37'56".
T1
É nessas horas que o trabalho de um bom preparo fica nítido. Mesmo fazendo uma natação melhor do que no ano passado, sai da água para área de transição em um pique muito bom, inclusive pela primeira vez não fui ultrapassado na corrida até a T1.
BIKE
Nesta parte aqui a diferença foi extremamente grande.
Em 2010 fiz o pedal para 3h04min, já este ano fechei para 2h46min.
Analisando o que foi que fiz de um ano para o outro para esta melhora, temos: A bike nova e Muito treino de força, biggear e outros.
Mas mesmo citando a bike aqui, os créditos para ela são poucos (ou quase nada), pois com certeza o que fez toda a diferença foram os treinos passados pelo Rodrigo Tosta by Ironguides.
Com certeza, com o vento animal que rolou em Pira este ano, se não tivesse realizado os treinos de força e biggear não suportaria manter a média de 32km/h que fiz. E por causa deste mesmo vento que os créditos paa bike nova ficam próximo de zero, pois vi e passei por muita gente com bikes e rodas iradas não conseguindo encarar o 'tufão' que se instalou em Pira.
T2
Entreguei a bike me sentindo muito bem.
Coloquei o tenis, a viseira e desta vez usei um protetor solar na cabeça da Dermage em spray (protegeu bem, desta vez não sai com o couro cabeludo frito)
Sai da T2 para corrida numa boa, peguei dois copos de água gelado e resfriei a carcaça.
CORRIDA
Aqui o bicho pegou !!!
Com apenas 50 metros de corrida, os músculos anterior das duas coxa começaram a ter vontade própria, iniciando um ciclo de movimentos involuntários surreal. Quando parei de correr a casa caiu, eles contrariam de uma forma absurda que ficar em pé era uma questão de força de vontade. Massageei o local, caminhei, tentei trotar, e como as dores era quase que insuportáveis fiz 2,8kms em quase 20min. Neste momento, comecei a pensar : "de novo não"
Em 2010, passei pelo mesmo problema no início da corrida e no mesmo trecho, porém neste ano as cãibras não passaram como no ano passado.
Desta vez, corri os 21km's administrando as cãibras e suas dores. Para isso, mudei a estratégia que tinha para esta prova, de correr os 21km's sem fazer o Run/Walk. Mas, com 3km resetei o Garmin e carreguei a programação que tenho dos meus treinos, 9min correndo por 1min caminhando. Foi que me salvou.
Em cada posto de água que passava, pegava pedras de gelo e colocava por dentro do macaquinho nas duas caxas. Fiz isso por pelo menos 8km's.
Quando no início da segunda volta, passei na frente do pórtico de chegada e o relógio marcava 4h42min, não acreditei, pois mesmo com toda a dor, havia conseguido fazer 12km em 1h12min e faltavam apenas 9km para final da prova com possibilidade de realizar o meu recorde pessoal definido para este ano, de fazer um 70.3 abaixo de 5h45min.
Nesta hora surge uma motivação sem igual e fui administrando a dor, o tempo, a caminhada, o pace, enfim tudo.
Quando despontei na reta de chegada e consegui visualizar o relógio no pórtico, não acreditei... estava correndo para finalizar minha aprova em um tempo melhor do que defini como meta.
Apareceu uma força maior ainda, que fez aumentar meu ritmo e passar no pórtico de chegada com o relógio marcando:
5h 42min 57seg
Fiquei muito feliz com este resultado, era algo que almejava, mas sabia que teria que "ralar" muito para conseguir e ainda mais em Pirassununga.
Como sempre faço, quero aqui deixar meus agradecimentos:
- Para minha esposa, que sempre dá maior força, mesmo desta vez não podendo me acompanhar na viagem, vibrou muito ao saber da minha conquista.
- A Rodrigo Tosta, pelo excelente trabalho que vem realizando na minha preparação. Vencendo todos os obstáculos que apresento para ele, causados pela rotina de um atleta amador.
- Aos novos amigos que o triathlon propiciou, Fábio Russomano e o João, pela companhia e o convite em viajar para Pira com eles.
- Ao pessoal da Sem Glúten Alimentos, que ao saber que estava sem os produtos necessários para minha alimentação, como o pão sem glúten, imediatamente enviou meu "kit sobrevivência"
Os resultados do Long Distance de Pirassununga 2011 (sem parciais) já estão disponíveis no http://www.chiptiming.com.br/resultados/long2011
Viva de Forma Saudável !!!!
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